quinta-feira , 25 abril 2019
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Polícia escolta cargas de combustível, medicamentos, alimentos, gás e animais em Goiás


Medida visa garantir abastecimento dos produtos durante paralisação dos caminhoneiros, que realizam bloqueios nas rodovias há oito dias. Polícias vão fazer escoltas de caminhões durante paralisação Divulgação/PRF A Secretaria de Segurança Pública de Goiá (SSP-GO) determinou a escoltar de caminhões nesta segunda-feira (28) para “garantir o abastecimento” de alguns produtos no estado. Acompanhados de políciais, os veículos não são parados nos bloqueios de caminhoneiros que protestam contra a alta do diesel há oito dias. Segundo a pasta, serão transportadas cargas de combustível, medicamentos, alimentos, gás e animais vivos. Ainda conforme a SSP-GO, fazem esse serviço equipes da Polícia Militar (PM), Exército Brasileiro e Polícia Rodoviária Federal (PRF). A escolta pode ser solicitada por meio do telefone: (62) 3201-6101 ou nos comandos regionais da PM. O tenente coronel Marcelo Granja, assessor da PM, informou que os veículos escoltados estão passando tranquilamente pelos pontos de concentração dos caminhoneiros pelas rodovias. “Precisando trazer um caminhão com remédios, por exemplo, a gente desloca e faz a escolta, não está tendo problema nenhum. São bloqueios parciais”, explicou. A medida foi determinada durante uma reunião do Gabinete de Monitoramento da Paralisação do Transporte Rodoviário de Cargas (GMPTC). Conforme a SSP, após a decisão já foi determinada a escolta de 50 caminhões de combustível em Goiás, que começaram a ser escoltados às 17h. Desse total, 30 estão a caminho da região sudoeste de Goiás e outros 20 para a capital. Caminhoneiros bloqueiam rodovias em Goiás Vitor Santana/ G1 Protestos de caminhoneiros Mais de 170 cidades do estado decretaram situação de emergência por causa da falta de gasolina, etanol e diesel, provocada pela greve de caminhoneiros. Vários municípios também registram problemas com abastecimento de alimentos e fornecimento de remédios. A paralisação da categoria começou no dia 21 de maio. A categoria cobra a aprovação do Projeto de Lei 528, que estabelece um piso para o frete de combustíveis no país. Além disto, a categoria reivindica a redução no preço do óleo diesel e a criação de uma tabela compensatória, que pague aos motoristas por km rodado. A paralisação dos caminhoneiros impede a circulação de mercadorias. Com isso, afeta vários serviços, como transporte público, distribuição de gás e combustíveis. No domingo (27), o presidente da República, Michel Temer (MDB) determinou a redução de R$ 0,46 no preço do litro do diesel por 60 dias e a isenção de pagamento de pedágio para eixos suspensos de caminhões vazios. Após a última proposta do governo federal, o Sindicato dos Caminhoneiros Autônomos do Estado de Goiás (Sinditac-GO) informou, nesta segunda-feira, que as medidas atendem às reivindicações da categoria. No entanto, a entidade afirma que não tem controle sobre todos os caminhoneiros e, assim, não pode garantir que as rodovias serão liberadas. Veja outras notícias da região no G1 Goiás.

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Dezenas de empresas estão em conversação avançada com o governo do DF, tendo como interlocutor o ex-deputado federal e ex-secretário da Fazenda de Goiás (e também de Brasília), o economista e consultor Valdivino Oliveira.

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